Fiquei hospedada no hotel Villaverde. Cheguei, fui para o hotel, dormir um pouco, pois além da diferença do fuso horário, passei duas noites em viagem, sem ver uma cama. O quarto do hotel é muito bom, tem cama casal box, ar condicionado, televisão, banheiro individual. O hotel oferece também, a parte, o acesso à internet, o que é um diferencial.
Fui almoçar com o coordenador de um dos outros projetos e com mais três colegas da missão CAPES. Almoçamos num restaurante chamado Tropical, bufet por quilo. Bem normal a comida, meio tipo comida chinesa. Gostei.
Depois do almoço, fomos para o Instituto de Formação, onde funcionam dois dos quatro projetos brasileiros da CAPES. Conheci vários professores dos grupos, inclusive alguns do meu projeto, o ELPI. Precisarei de um tempo para "assumir" meu lugar e juntar meu grupo, pois com o atraso de minha vinda, os professores ficaram meio perdidos e soltos por aqui, realizando outras atividades paralelas ao ELPi. Será um desafio.
Timor é melhor do que eu esperava, sabem? Acho que vim esperando o pior e não é tão ruim como se pinta. Dili é uma cidade pobre, como se fosse um bairro de periferia da cidade. Tem calçamento, tem lojas, mercados, etc. Nenhum luxo, mas tudo razoável. Tem iluminação à noite, pelo menos nos bairros centrais por onde andei. Aos poucos vou me ambientando e passando novidades pra vocês.


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