segunda-feira, 16 de março de 2009

Odisséia – resumo da narrativa em versos


 Por Susana Dalcol

CANTO I

·        O narrador invoca a musa para contar as façanhas de Odisseu, desde sua partida de Tróia até a chegada a Ítaca, sua terra de nascença.

·        Apresentação de Odisseu, homem que conheceu muitas cidades e costumes, viajante do mar que muitos sofrimentos passou junto com seus companheiros, os quais não consegui salvar graças a ações insensatas praticadas por eles.

·        O narrador comenta que, dos guerreiros que lutaram em Tróia, o único que ainda não conseguiu retornar á pátria é Odisseu, que se encontra detido na ilha de Calipso, onde vive sete anos preso pela ninfa, que o quer como marido.

·        A causa de seus sofrimentos para retornar a Ítaca é o ódio de Posido, deus que vem impedindo sua volta por vingança, pois Odisseu cegou seu filho, o ciclope Polifemo.

·        Os deuses, reunidos no Olimpo, lastimam a situação e, na ausência de Posido, discutem a questão. Atena interfere a favor de Odisseu, pede que Zeus autorize a volta de Odisseu, argumentando que sem o apoio dos outros deuses, Posido não pode dar continuidade à vingança.

·        Com o consentimento de Zeus, Atena toma providencias para o retorno de Odisseu.

·        Atena envia Hermes para que fale com Calipso e esta liberte Odisseu.

·        Atena vai a Ìtaca e aconselha Telêmaco a sair em busca de notícias sobre o pai.

CANTO II

·        O narrador apresenta a situação vivida em Ítaca por Telêmaco e Penélope, cercada por pretendentes que a querem como esposa e que estão há muito tempo ali acampados, gastando em fartos banquetes os bens de Odisseu.

CANTO III

·        Telêmaco parte para Pilo e encontra Nestor, que lhe fala do pai e da triste história de Agamenon, morto pela esposa Clitemnestra e pelo seu amante Egisto. Conta também como o filho de Agamenon vinga a morte do pai, matando os assassinos.

CANTO IV

·        Telêmaco segue para Esparta e encontra Menelau e Helena. Ambos contam histórias sobre Odisseu: como entrou em Tróia disfarçado de mendigo e como vence os troianos com a idéia do cavalo de pau. Helena conta-lhe como ela foi enfeitiçada por Afrodite e levada por Paris, dando origem a guerra entre gregos e troianos.

·        Helena e Menelau contam a Telêmaco que sabem que Odisseu está vivo, porém preso na ilha da ninfa Calipso, há sete anos.

·        Telêmaco resolve voltar para casa.

·        A narrativa retorna a Ítaca, onde os pretendentes tramam a morte de Telêmaco.

CANTO V

·        Calipso liberta Ulisses, que vai embora numa jangada.

·        Posido o enxerga e manda uma tempestade para afundá-lo.

·        Odisseu se salva e vai parar, quase morto de tanto esforço, em terra firme.

CANTO VI

·        Dessa forma, ele chega à cidade dos homens Feácios, onde reina Alcínoo. Lá é bem recebido, primeiro por Nausícaa, filha do rei, que o encontra após o naufrágio. Ela lhe dá roupas e comida.

CANTO VII

·        O rei dos feácios o recebe como hóspede, após Odisseu pedir ajuda para retornar a Ítaca.

·        Alcínoo e a rainha Arete oferecem-lhe um banquete e a rainha pede-lhe que conte quem é e como chegou até lá.

·        Odisseu conta que esteve preso por sete anos na ilha de Calipso e que no oitavo ano ela resolve liberta-lo. Ele, então, constrói uma jangada e parte. Após dezessete dias no mar, uma tempestade é enviada por Posido e o faz naufragar. Ele consegue chegar à terra firme e é socorrido por Nausícaa. Odisseu não diz seu nome.

CANTO VIII

·        No dia seguinte a chegada de Odisseu, o rei Alcínoo oferece uma festa em sua homenagem e chama Demódoco, um aedo, para alegrar a festa. Demódoco canta histórias sobre Odisseu, que se emociona, porém disfarçadamente. (p.107, 112, 117)

·        Odisseu pede que Demódoco conte a história do cavalo de pau. O cantor obedece e narra o extermínio dos troianos. Mais uma vez Odisseu se emociona, mas é percebido pelo rei, que lhe pede que diga quem é.

CANTO IX

·        Odisseu revela sua identidade e começa a narrar suas desgraças (p.120), na seguinte ordem:

·        Calipso.

·        Circe.

·        Partida de Ílio a Cíconos (saque e tesouros, perda de homens, fuga de Cíconos).

·        Tempestade; nau sem rumo, chegada à terra dos homens lotógafos (comem lótos, a flor que produz a perda da memória); perda de alguns homens que ficam lá.

·        Chegada ao país dos cíclopes. História de Polifemo; perda de mais homens. Ira de Posido porque Odisseu cegou seu filho Polifemo.

CANTO X

·        Odisseu continua contando seus trabalhos:

·        Chegada no país dos Lestrigões, onde muitos homens são devorados. Odisseu escapa com sua nau.

·        Chegada à ilha Eécia, morada de Circe. Após permanecer ali por um tempo, Odisseu recebe permissão para partir. Antes da partida, Circe lhe diz que é preciso descer ao Hades, a fim de encontrar Tirésias.

CANTO XI

·        Narração da descida ao Hades, encontro com muitos amigos e inimigos mortos, com a mãe e com Tirésias.

·        Fim da narração de Odisseu, iniciada no canto IX, vota da narrativa para o palácio do rei Alcínoo. Todos estão surpresos e encantados diante de Odisseu e seus relatos (p. 156).

·        O rei pede-lhe que conte mais histórias sobre seus feitos admiráveis. Odisseu conta-lhe, então, o encontro com Agamenon no Hades e a história de sua morte, causada por Clitemnestra e Egisto. Agamenon aconselha Odisseu a não confiar na esposa e chegar disfarçado á pátria.

·        Odisseu narra o encontro com outros mortos.

CANTO XII

·        Odisseu narra a saída do Hades, o retorno à ilha de Circe, o reencontro com Circe, que o adverte de perigos que ele ainda vai ter de enfrentar. Fala sobre as sereias e sobre o perigo das rochas, de Caribde e de Cilas, mostro com doze pés e seis cabeças, que devora os homens que por ela tentam passar.

·        Odisseu narra a passagem pelas sereias (p. 167) e depois por Cilas, onde perde vários homens que são devorados pelo monstro.

·        Os que se salvam seguem viagem e chegam a ilha do deus Hélio, na qual não deveriam pegar nenhuma rês, pois seria uma desgraça, conforme previsão de Tirésias e de Circe. Enquanto Odisseu dorme, seus homens desrespeitam os avisos e matam várias reses para comer. Odisseu narra a cólera de Hélio, que afunda o navio dos viajantes. Só ele escapa vivo, por não ter participado da matança das vacas.

·        Odisseu navega sem rumo e chega a ilha de Calipso, ponto no qual iniciara a narração para o rei Alcinoo e para a rainha Arete.

 

CANTO XIII

·        A narrativa retorna ao palácio de Alcínoo.

·        Após receber muitos presentes e dormir, Odisseu parte num barco dos feácios para Ítaca.

·        No barco, Odisseu dorme profundamente e, quando chega a Ítaca, os marinheiros o deixam dormindo em terra firme, junto com os presentes recebidos.

·        Posido fica furioso com os feácios por terem levado Odisseu para casa e se vinga, transformando o navio em pedra.

·        Quando acorda, Odisseu não reconhece sua pátria. Atena se aproxima dele e lhe diz que já está em Ítaca. Ela aconselha a esconder os tesouros recebidos e o transforma em um velho mendigo, mandando-o ficar incógnito para planejar a vingança contra os pretendentes.

·        Atena manda-o encontrar o porqueiro Eumeu e ficar em sua casa até Telêmaco voltar da visita a Menelau.

CANTO XIV

·        Odisseu vai até o porqueiro, é recebido como hóspede por ele e ali fica sem revelar sua identidade, até que Atena envie Telêmaco para encontrá-lo.

·        Odisseu é interrogado por Eumeu e inventa uma história sobre sua origem.

·        Eumeu conta sua história e o quanto sente a falta de Odisseu, deixando claro que lhe é fiel.

CANTO XV

·        Atena encontra Telêmaco e o aconselha a voltar. Avisa-o que os pretendentes o esperam em emboscada e, por isso, ele deve chegar escondido e ir para a casa do porqueiro e de lá mandar notícias para sua mãe.

·        Após receber presentes de Menelau e Helena, Telêmaco parte e faz tudo de acordo com as recomendações de Atena.

CANTO XVI

·        Chega Telêmaco a casa do porqueiro e se encontra com Odisseu, que logo o reconhece.

·        Telêmaco quer saber quem é o estrangeiro e como chegou a Ítaca.

·        Eumeu conta-lhe a mesma história inventada por Odisseu.

·        Eumeu parte para levar notícias a Penélope.

·        Atena, vendo Odisseu e Telêmaco sozinhos, fica visível a Odisseu, que sai da casa para falar com a deusa.

·        Atena diz a Odisseu que é hora de contar a verdade a Telêmaco e planejar com ele um modo de acabar com os pretendentes.

·        Ela faz Odisseu votar a forma normal para conversar com o filho e desaparece.

·         Odisseu entra novamente em casa e Telêmaco se espanta com sua presença, achando que se trata de um deus.

·        Odisseu revela que é seu pai. Depois de convencer Telêmaco de que é realmente seu pai, os dois se abraçam emocionados.

·        Telêmaco quer saber como Odisseu chegou a Itaca e Odisseu conta-lhe que os feácios o trouxeram.

·        Os dois conversam sobre os pretendentes e planejam a vingança.

·        Eumeu volta do palácio e dá notícias a Telêmaco e a Odisseu, novamente disfarçado de mendigo.

CANTO XVII

·        Telêmaco parte para a cidade a fim de ver sua mãe.

·        Odisseu segue depois, acompanhado pelo porqueiro.

·        Odisseu chega ao palácio e é ofendido pelos pretendentes.

·        Penélope fica sabendo da chegada do estrangeiro e manda chamá-lo para pedir notícias sobre Odisseu.

·        Odisseu manda dizer-lhe que é mais conveniente ficar no quarto por causa dos pretendentes e que, mais tarde, ele vai encontrá-la para falar sobre Odisseu.

CANTO XVIII

·        O narrador relata o incidente com o mendigo Arneu, que quis expulsar Odisseu (disfarçado de mendigo) do palácio.

·        Os pretendentes lançam um desafio para os dois mendigos lutarem. O que ganhar terá comida e será aceito por eles.

·        Quando Odisseu se prepara para a luta, todos ficam espantados com sua forma física, escondida até então pelos andrajos.

·        Odisseu ganha a luta e é saudado por todos.

·        Penélope resolve falar com os pretendentes, insinua seu desejo de receber presentes para compensar as perdas com os banquetes e volta a seu quarto.

·        Odisseu ainda disfarçado fala aos pretendentes e é novamente ofendido por eles.

·        Telêmaco impõe sua autoridade, falando firmemente com os presentes em defesa do mendigo, seu hóspede.

CANTO XIX

·        Já sozinhos Odisseu e Telêmaco combinam a vingança.

·        Odisseu diz ao filho para esconder as armas da casa e depois o manda dormir.

·        Odisseu fica sozinho na sala e logo chega Penélope para falar com ele. Ela faz várias perguntas sobre sua origem, mas ele pede que Penélope não faça perguntas sobre sua origem.

·        Penélope fala de sua tristeza pela falta do marido e pela presença dos pretendentes em sua casa e conta-lhe a história da mortalha que tecia de dia e desfazia de noite, durante três anos, como forma de enganar seus pretendentes e não assumir compromisso com nenhum.

·        Ela pergunta-lhe novamente quem é e de onde vem e Odisseu afirma que vai contar-lhe toda a verdade, mas inventa uma história. Diz que conheceu Odisseu e Penélope, emocionada, mas desconfiada, pede-lhe que descreva a roupa que o marido usava, colocando-o, assim, em provação.

·        Ele narra uma história sobre Odisseu e afirma que o herói vai voltar e logo.

·        Antes de voltar ao seu quarto, Penélope manda uma serva lavar o mendigo para dormir. A serva mais velha do palácio, que criou Odisseu, vem lavar-lhe reconhece no mendigo uma cicatriz igual à de Odisseu, ficando espantada.

·        O narrador conta a história da cicatriz do herói feita ainda na infância.

·        Odisseu revela sua identidade a serva, pede segredo e ajuda para acabar com os pretendentes.

·        Penélope volta e conta-lhe um sonho no qual Odisseu voltava para casa. Ela resolve que na manhã seguinte vai propor um jogo aos pretendentes e o que sair vencedor será então o escolhido para casar.

·        Ela explica-lhe o jogo, dizendo-lhe que Odisseu costumava praticá-lo com seu arco.

·        Odisseu aprova a idéia e a incentiva a colocá-la em prática logo que cheguem os pretendentes. Ele diz ainda que Odisseu há de vir ao palácio antes que um dos moços consiga vencer.

CANTO XX

·        Odisseu não consegue dormir e aparece Atena para acalmá-lo e dar-lhe confiança para enfrentar tantos pretendentes na manhã que se aproxima.

·        De manhã, os pretendentes tramam de novo a morte de Telêmaco, mas uma águia que passa dá-lhes mau presságio e eles desistem da idéia.

·        Todos entram e vão tratar do banquete. Quando estão acomodados comendo, Telêmaco chama o mendigo (Odisseu) para sentar. Alguns pretendentes o ofendem e outra vez Telêmaco fala a todos, indignado com o desrespeito em sua casa ao seu hóspede.

CANTO XXI

·        Atena desperta em Penélope a idéia do jogo do arco. Ela vai com as servas buscar o arco flexível de Odisseu, que estava bem guardado.

·        O narrador conta, então como Odisseu tinha conseguido o arco.

·        Penélope vai até a sala e fala com os pretendentes, lançando-lhes o desafio, que é aceito por todos.

·        Os pretendentes começam a jogar, sem que nenhum consiga êxito.

·        Quando faltam poucos pretendentes para jogar, Odisseu, disfarçado ainda de mendigo, faz um sinal ao porqueiro e ao vaqueiro que são fiéis a Odisseu para que saiam ao seu encontro. Lá fora, Odisseu revela sua identidade e combina com eles uma estratégia para vencer os pretendentes.

·        Odisseu volta à sala. Todos os pretendentes já haviam desistido do jogo e estavam bebendo. Odisseu pede o arco para tentar também. Os pretendentes se indignam com a pretensão do mendigo.

·        Penélope intervém e pede que lhe dêem uma chance. Todos acabam concordando.

·        Telêmaco manda a mãe voltar a seu quarto.

·        Odisseu pega o arco e, na primeira tentativa acerta os alvos como antigamente, causando espanto em todos.

·        Depois disso, ele e Telêmaco preparam-se para o momento da vingança.

CANTO XXII

·        Odisseu despe os andrajos imundos, fala aos pretendentes que é chegada a hora do ajuste de contas e atira em um dos homens.

·        Todos ficam paralisados de susto. Odisseu revela sua identidade.

·        Quando os pretendentes se recuperam do susto e resolvem reagir, Odisseu e Telêmaco começam a matança.

·        Com a ajuda de Atena, os dois matam todos os pretendentes.

·        Depois de acabada a luta, Odisseu chama sua velha serva e manda que ela traga as outras para limparem a casa.

CANTO XXIII

·        A velha escrava, depois da limpeza, vai, por ordem de Odisseu, falar com Penélope, que estava dormindo por obra de Atena, para avisá-la da volta de Odisseu e do fim dos pretendentes.

·        Penélope não acredita e a velha conta-lhe que Odisseu era o estrangeiro mendigo disfarçado. Penélope chora, mas continua desconfiada. Ela vai ao encontro do filho e de Odisseu.

·        Telêmaco fica furioso com a reação da mãe.

·        Ela só se convence de que é realmente Odisseu quando manda que as servas retirem o leito do quarto para Odisseu descansar. Ele diz, então, que isso é impossível já que quando construiu a cama ocupou um tronco de oliveira enraizado, que não pode ser removido.

·        Como só Odisseu sabia desse detalhe, Penélope se convence e lhe pede desculpas pela desconfiança.

·        Os dois choram emocionados e vão para o leito.

·        Odisseu conta a Penélope que seus trabalhos ainda não terminaram. Conforme Tirésias, ele ainda deve cumprir uma missão, que o afastará de casa novamente, mas por pouco tempo.

·        Penélope narra seu sofrimento durante os vinte anos de ausência do marido.

·        Odisseu relata os trabalhos que passara com seus homens, falando primeiro dos Cíconos, depois do país dos Lotógafos, do Ciclope, de Éolo, da tempestade, dos Lestrigões, de Circe, do Hades, das sereias, dos rochedos de Cila e Caribde, das reses de Hélio, de Calipso, e, por último dos Feácios que o trouxeram para casa.

·        Depois de tantas histórias, os dois dormem.

·        Quando Odisseu acorda, ele fala a Penélope que vai ver seu pai.

·        Odisseu chama Telêmaco, o porqueiro e o vaqueiro para o acompanharem até Laertes, todos armados para o caso de uma revolta dos parentes dos pretendentes mortos.

CANTO XXIV

·        Hermes leva as almas dos pretendentes mortos para o Hades.

·        Chegando lá, eles encontram os outros mortos e contam-lhe a causa de suas mortes, o trabalho de Penélope que tecia de dia uma mortalha e a desfazia durante a noite, enganando-os.

·        Odisseu e os três acompanhantes chegam à casa de Laertes. Este está no pomar, aonde Odisseu vai encontrá-lo, mas de início não revela quem é.

·        Quando revela que é Odisseu, o pai pede-lhe que prove ser realmente seu filho. Odisseu primeiro mostra-lhe a cicatriz na perna e depois começa a dizer-lhe o nome das árvores do pomar e o número de cada espécie plantado na sua infância.

·        Os dois se emocionam e vão para casa ao encontro dos outros.

·        Na cidade, a morte dos pretendentes já era sabida por todos. Os cidadãos gritavam em frente á casa de Odisseu.

·        Atena pede para que Zeus a ajude a aplacar a ira dos parentes dos mortos e Zeus concorda.

·        Quando a situação de guerra já está armada, Atena aparece e propõe um pacto entre todos para que Odisseu possa reinar para sempre.

HOMERO. Odisséia (em versos). Trad. Carlos Alberto Nunes. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997.

3 comentários:

Anônimo disse...

Olha, gostei muito desse seu resumo, mas queria é mesmo saber qual foi o desafio proposto por penélope(dentro de quantos arocs... a flecha tinha que passar...) muito obrigada.

Anônimo disse...

Doze!

Laiane-ssi disse...

Ola! você sabe me dizer quem é o narrador?